Ana Maria Albani de Carvalho (UFRGS)

Doutora em Artes Visuais – História, Teoria e Crítica (UFRGS, RS) É professora Titular no Departamento de Artes do Instituto de Artes da UFRGS, onde leciona desde 1992 e atua no Programas de Pós-Graduação em Artes Visuais (IA-UFRGS) como docente permanente vinculada a Linha de Pesquisa Relações Sistêmicas com o projeto de pesquisa Estudos Curatoriais: histórias, políticas e práticas. Em 2018 implantou e coordenou 2 edições da Especialização em Práticas Curatoriais (2018 e 2020, UFRGS). Desde os anos 1990 desenvolve projetos de curadoria colaborativa e laboratórios experimentais de curadoria em artes visuais, produção cultural e montagem de exposições, com destaque para exposições como A Medida do Gesto (MACRS, 2011 e itinerâncias RS Sesc); Incômodos (Casa Baka, espaço cultural independente, 2023) e Nem Tudo é Azul (Pinacoteca Ruben Berta, 2025). Desenvolve pesquisa sobre arte contemporânea brasileira, com foco no período dos anos 1970 e interesse pelas relações entre arte e política em uma perspectiva decolonial e de gênero. Atua como curadora desde 1994 e entre as diversas curadorias realizadas destacam-se as exposições: “Nervo Óptico – 40 anos”, no Centro Cultural São Paulo (2016) e na Fundação Vera Chaves Barcellos, no RS (2017), “Áspera Melodia”, homenagem aos 70 anos do artista Carlos Asp, na Pinacoteca Ruben Berta (2019); “Iberê Camargo: Persistência do Corpo”, em co-curadoria com Blanca Brites, na Fundação Iberê Camargo (2009); “Pulse – Telmo Lanes e Rogério Nazari: Trajetórias 1976 a 2023” (2022), no MARGS, em co-curadoria com Francisco Dalcol e Cristina Barros e, atualmente, “Eloquência e Eficácia” (2023), em parceria com Paulo Silveira, em curso na Sala dos Pomares, Fundação Vera Chaves Barcellos. Vive e trabalha em Porto Alegre, RS.

e-mail: ana_albanidecarvalho@yahoo.com.br
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Ana Maria Tavares Cavalcanti (UFRJ)

Professora de História da Arte na Universidade Federal do Rio de Janeiro, é graduada em Pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1987), licenciada em Educação Artística pelo Instituto Metodista Bennett (1990), mestra (1995) e doutora (1999) em História da Arte pela Université de Paris 1 (Panthéon-Sorbonne), tendo defendido tese de doutorado sobre o artista Eliseu Visconti (1866-1944) e os Prêmios de Viagem à Europa no século XIX. Desde 2006 é professora na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, atuando no curso de História da Arte e no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da mesma instituição. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em História da Arte, trabalhando com os seguintes temas: as relações artísticas entre Brasil e Europa, a produção dos artistas no Brasil nos séculos XIX e XX, crítica de arte, Salões e exposições de arte. De maio de 2013 a abril de 2014 realizou pesquisa sobre os pintores brasileiros e os Salões de arte em Paris na segunda metade do século XIX (1861 a 1899) no Institut national d’histoire de l’art, em Paris, na França, contando com o apoio da Capes (Estágio Sênior no Exterior). Em 2017, juntamente com Carlos Terra, foi curadora da exposição “Paisagem na Academia” no Museu Nacional de Belas Artes. Em 2018, participou da curadoria da exposição “Trabalho de artista: imagem e autoimagem (1826-1929)” na Pinacoteca do Estado de São Paulo/MNBA no Rio de Janeiro, e em 2021 da curadoria da exposição “Múltiplos Olhares: mulheres artistas nas coleções FUNARJ” no Museu do Ingá, em Niterói. Desde 2008 faz parte da Comissão de Autenticação das Obras de Eliseu Visconti. Integra os grupos de pesquisa Entresséculos e Modos – História da arte: modos de ver, exibir e compreender.

e-mail: ana.canti@eba.ufrj.br
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Emerson Dionisio Gomes de Oliveira (UnB)

Historiador da Arte. Mestre em História da Arte e da Cultura pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Doutor em História Cultural pela Universidade de Brasília (UnB). Pós-Doutorado na Universidade Autônoma de Madri. Ex-diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas-SP. Professor do Departamento e do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais. Além do PPGAV/UnB, foi pesquisador vinculado ao Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação/UnB (2015-2024). Foi editor-fundador da Revista Museologia e Interdisciplinaridade (2012-2016). Atuou como editor das revistas: Em Tempo de Histórias (2007-2008) e VIS (2015-2016). Atualmente é editor da revista “MODOS. História da arte”. Autor de Museus de Fora (Zouk, 2010). Em parceria, organizou os livros: Instituições da Arte (Zouk, 2012), Histórias da Arte em Exposições (RioBooks, 2015), Histórias da Arte em Coleções (RioBooks, 2016), Histórias da Arte em Museus (RioBooks, 2020), Musealização da Arte (Appris, 2023), e, o mais recente, Políticas da Diferença (Unicamp, 2024). Bolsista Produtividade CNPq. Colidera o Grupo de Pesquisa “Musealização da Arte: poéticas em narrativas”. Investiga temas no âmbito: da história da arte moderna, popular e contemporânea; da arte popular e suas narrativas; da musealização, coleções e acervos de arte; das narrativas curatoriais e da história das exposições de arte.

e-mail: dionisio@unb.br
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Luiz Alberto Ribeiro Freire (UFBA)

Doutorou-se em História da Arte pela Universidade do Porto, Portugal (2001) com a tese intitulada ” A Talha Neoclássica na Bahia”; realizou estágio pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em História – FAFICH/UFMG (2014-2015); especializou-se (Lato Sensu) em Cultura e Arte Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto, bacharelou-se em Museologia pela Universidade Federal da Bahia (1990), licenciou-se em Letras Vernáculas com Francês pela Universidade Católica do Salvador (1983). Desenvolve pesquisas sobre a arte da talha (ornamentação em madeira esculpida das igrejas baianas), do século XVIII e XIX, a pintura e a escultura sacra católica; sobre a arte moderna baiana enfatizando o erotismo, homoerotismo e imagens insurgentes. Leciona na Escola de Belas Artes da UFBA as disciplinas de História da Arte Ocidental e História da Arte Brasileira, coordena o “Dicionário Manuel Querino de Arte na Bahia” (dicionário eletrônico que registra e divulga a biografia dos artistas baianos, ou que trabalharam na Bahia, suas obras e fortuna crítica e literária). Coordenou a pós-graduação em Artes Visuais da EBA/UFBA, onde atua lecionando a disciplina Artes Visuais na Bahia, Ornamento, arte e estilo; metodologia da Pesquisa, Seminário de História da Arte, entre outras. Nesse programa orienta projetos de pesquisa na linha de História e Teoria da Arte. É membro do Comitê Brasileiro de História da Arte desde 2013, ocupando sua presidência no triênio 2017-2019 e a vice-presidência de 2007 a 2010. É membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas – ANPAP, ocupando o cargo de 1 tesoureiro no biênio 2009-2010. Ocupou a vice direção da Escola de Belas Artes da UFBA de 2005 a 2013. É membro do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia-IGHB. Em 2005 ganhou o Prêmio Clarival do Prado Valadares da Organização Odebrecht, o que facultou a ampliação da pesquisa da tese e a publicação em 2006 do livro “A Talha Neoclássica na Bahia”. Por essa publicação o autor recebeu o prêmio Sérgio Milliet da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA.. Integraou o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN – Mandato 2018/2022. integra o Grupo de Pesquisa MODOS e o Perspectiva Pictorum., ambos certificados pelo CNPQ. Possuiu bolsa de produtividade PQ2 através de sucessivos editais a partir de 2013 à 2016.

e-mail: luizfreire1962@gmail.com
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Luiz Cláudio da Costa (UERJ)

Pesquisador em arte e professor Associado do Instituto de Artes da UERJ, atua na interseção da história, teoria e crítica de artes nos níveis da graduação e da Pós-Graduação em Artes. Como curador, realizou as exposições Espaços do ainda (Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2022; CCSP, São Paulo, 2023), Tempo-Matéria (MAC-Niterói, 2010), Paisagem e extremos (CCJF, Rio de Janeiro, 2012), entre outras. É autor dos livros A condição precária da arte: corpo e imagem no século XXI (Relicário, 2022), A gravidade da imagem: arte e memória na contemporaneidade (Quartet, 2014) e Cinema brasileiro (anos 70-70), dissimetria, oscilação e simulacro (7 Letras, 2000). Editou a coletânea Dispositivos de registros na arte contemporânea (Contra Capa, 2010). Foi coordenador do PPGArtes por duas gestões (2010-2013/2023-2025) e membro da diretoria da ANPAP no biênio 2011-2012. Obteve seu Mestrado e Doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fez Estágio Pós-doutoral Sênior na Université de Paris 1-Sorbonne com bolsa da Capes. É membro do conselho consultivo da revista VIS da UNB; membro do conselho editorial da revista Modos. Em suas pesquisas, aborda o corpo, a figura, a imagem e a subjetividade na arte contemporânea.

e-mail: l.claudiodacosta@gmail.com
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site: https://luizclaudiodacosta.com.br

Maria de Fátima Morethy Couto (Unicamp)

Professora Titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde leciona história da arte moderna e contemporânea no Instituto de Artes desde 2003. Tem doutorado em História da Arte e Arqueologia pela Universidade de Paris I (Panthéon-Sorbonne), França (1999). É bolsista produtividade em pesquisa do CNPq e líder dos grupos MODOS e Geopolíticas institucionais: arte em disputa a partir do pós-guerra. Foi presidente do Comitê Brasileiro de História da Arte (gestão 2010-2013). Autora de Por uma vanguarda nacional. A crítica brasileira em busca de uma identidade artística – 1940/1960 (Ed. Unicamp, 2004), de A Bienal de São Paulo e a América Latina: trânsito e tensões (1950-1970) (Ed. Unicamp, 2023), e de vários artigos e capítulos de livro sobre arte brasileira de vanguarda, arte latino-americana do século XX e abstrações do pós-guerra. É co-organizadora das coletâneas Instituições da Arte (Zouk, 2012), Espaços da arte contemporânea (Alameda, 2013), História das artes em exposições: modos de ver e de exibir no Brasil e Histórias da arte em coleções (Riobooks, 2016), Histórias da arte em museus (RioBooks, 2020) e Políticas da Diferença. Colaborações, cooperações e alteridades nas artes (Ed. Unicamp, 2024).

e-mail: mfmcouto@unicamp.br
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Marize Malta (UFRJ)

Historiadora da arte, professora titular da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, atuando na graduação, pós-graduação (PPGAV-UFRJ), pesquisa e extensão. Doutora em História (UFF), mestre em História da Arte (UFRJ) e graduada em Arquitetura (USU), tendo realizado estágio pós-doutoral no Instituto de Artes da Universidade de Lisboa (bolsa Capes). Nos últimos anos assumiu a coordenação do Setor de Memória e Patrimônio da Escola de Belas Artes (Museu D. João VI, Arquivo Histórico e Biblioteca de Obras Raras). Bolsista Produtividade do Cnpq, desenvolve pesquisa sobre coisas e lugares, objetos malditos, a condição decorativa, utilitária e/ou artística e sua relação com imagem, materialidade e lugar, enfocando o problema das coleções e dos modos de exibição. É líder do grupo de pesquisa ENTRESSÉCULOS e co-líder do grupo MODOS, colaboradora do grupo Casas Senhoriais em Portugal, Brasil e Goa, sendo editora assistente da revista de história da arte MODOS. É membro do CBHA e do ICOM. É autora, organizadora e coordenadora de várias publicações, com destaque para: História do Rio de Janeiro em 45 objetos (FGV Editora/Jauá Editora, 2019); Coleções de arte em Portugal e Brasil nos Séculos XIX e XX (Caleidoscópio, 2014, 2016, 2018, 2020, 2022, 2024); O Olhar decorativo (Mauad X/Faperj, 2011); Dize-me como moras, dir-te-ei quem és: modos de ler decoração nos romances brasileiros do século XIX (Rio Books/Faperj, 2025); Histórias da arte em Exposições (Rio Books, 2015), em Coleções (Rio Books, 2016), em Museus (Rio Books, 2020); em Práticas de Ensino (EdUFBA, 2024); O artista em representação e em coleções (Nau Editora, 2020); Políticas da diferença: colaborações, cooperações e alteridades na arte (Editora da Unicamp, 2024). Áreas de interesse: história da arte, cultura visual e cultura material no século XIX e parte do XX – construção de sentidos e o lugar da obra/coisa; modos de exibição; intertextualidade; condição decorativa; objetos de arte decorativa; objetos malditos; formação do artista-decorador; colecionismo – coleções de arte/arte decorativa nos séculos XIX e XX; coleção Jerônimo Ferreira das Neves; Museu D. João VI da EBA/UFRJ; arte doméstica e ambientes interiores e/ou domésticos na arte (XIX/XX); museus didáticos, de colecionadores e museus-casa; móveis oitocentistas em museus do Rio de Janeiro.

e-mail: marizemalta@eba.ufrj.br
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