
O artigo de “Southeast Asian biennales: local and global interactions”, de LEONOR VEIGA, procura fazer um balanço das bienais existentes no Sudeste Asiático. Adotando uma perspetiva nacional, Veiga descreve a génese, a continuação (ou não) e o caráter programático de exposições bienais na região.
O texto propõe que a ideia de exposição recorrente remonta aos anos 70 quando a ASEAN começou a promover eventos na região, na tentativa de criar unicidade através da cultura. À medida que este projeto perdeu vitalidade, foi substituído por bienais na região do Sudeste Asiático e também na região Ásia-Pacífico. De acordo com as razões por detrás da sua génese, as bienais que surgiram no Sudeste Asiático seguem o modelo global e outras seguem o modelo de bienal de resistência, mostrando variedade e independência regional face ao mundo global.
Imagem: Martha Atienza Our Islands 11°16`58.4 123°45`07.0E, 2017, video. Courtesy of the artist.
DOI: 10.20396/modos.v5i2.8665187
